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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Você tem um café suspenso?



Entramos num pequeno café com um amigo meu e fizemos o nosso pedido. Enquanto estamos a aproximar-nos da nossa mesa duas pessoas chegam e vão para o balcão:
 - "Cinco cafés, por favor. Dois deles para nós e três suspensos.
 Eles pagaram a sua conta, pegaram em dois e saíram. Perguntei ao meu amigo:
- "O que são esses cafés suspensos?"
O meu amigo respondeu-me:
- "Espera e vais ver."
Algumas pessoas mais entraram. Duas meninas pediram um café cada, pagaram e foram embora. A ordem seguinte foi para sete cafés e foi feita por três advogados - três para eles e quatro "suspensos". Enquanto eu ainda me pergunto qual é o significado dos "suspensos" eles saem. De repente, um homem vestido com roupas gastas que parece um mendigo chega na porta e pede cordialmente:
- "Você tem um café suspenso?"
Resumindo, as pessoas pagam com antecedência um café que servirá para quem não pode pagar uma bebida quente.
Esta tradição começou em Nápoles, mas espalhou-se por todo o mundo e em alguns lugares é possível encomendar não só cafés "suspensos" mas também um salgado, lanche ou refeição inteira.
Partilhem no sentido de divulgar esta ideia.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

A benção da generosidade


Dzongsar Khyentse Rinpoche (Butão, 1961 ~)

Há um motivo porque, quando aprendemos as seis perfeições, a generosidade sempre vem primeiro. Como seres humanos, somos tão impacientes: queremos gratificação instantânea, felicidade instantânea, resultados instantâneos.
Com frequência, ouvimos: se você for generoso, no futuro será rico. Mas essa é apenas uma maneira bem simplista de explicar as coisas. Se você realmente refletir em profundidade sobre a prática da generosidade, verá que ela não apenas causa felicidade futura, a própria prática é felicidade instantânea.
Quando pede-se a crianças novas que deem algo, elas dão com tanta alegria! Dar faz parte do que elas são. Mesmo que muitos de nós tenhamos propósitos ocultos ao darmos presentes, o ato de dar ainda traz uma alegria e satisfação.
Você pode ser generoso e deixar as pessoas saberem que é você que está fazendo a doação e assim ficar feliz. Ou pode realizar atos de generosidade sem ninguém saber. Frequentemente, sua alegria vai aumentar ainda mais se você manter sua generosidade em segredo.
E, obviamente, não é preciso explicar que se a generosidade estiver acompanhada pela sabedoria da não-dualidade, esse é o ato supremo dos bodisatvas. Então, é bem compreensível que, de todas as perfeições, a generosidade seja ensinada primeiro. Ela nos dá instantaneamente a benção da alegria.
Quando alguém é generoso conosco, nos sentimos tão tocados; e nos regozijamos nessa generosidade. O mesmo deve acontecer quando somos generosos com os outros.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Motivo de adquirir coisas


Kangyur Rinpoche (Tibete, 1898 – Índia, 1975):

De todos os bens da prosperidade, o contentamento é supremo,
Disse aquele que ensinou e guiou deuses e homens.
Então esteja sempre contente; se você sabe isso
E não tem bens, a verdadeira riqueza encontrou.

Nagarjuna (Índia, séc. II), “Carta a um amigo”

De todas as coisas valiosas que existem, como ouro e prata, exatamente a maior riqueza é estar contente e ter pouco desejo por tais coisas, como o mestre dos deuses e humanos, o Buda Bhagavan, declarou no “Sutra requisitado por Surata”:
Para aqueles que são sempre generosos
Embora não tenham um único punhado de comida,
A maior riqueza na terra é verdadeiramente deles,
Assim foi ensinado por aqueles de visão perfeita.
Então, em todas as circunstâncias, esteja contente. Quando você vivencia o contentamento, mesmo se não possui um pouco de ouro ou outras coisas valiosas, será rico de verdade, porque, uma vez contente, você chegou exatamente ao motivo de adquirir coisas.



quinta-feira, 15 de março de 2012

O bem não morre!


Nunca se canse de trabalhar a favor do bem. Mesmo que pareça estar sozinho, continue na sua luta pela consolidação do bem. O bem não morre, não desaparece nem pode ser vencido. O bem é o estado original de todas as coisas, sendo o mal apenas um desvio no curso natural da vida. O mal, um dia, se acaba, mas o bem, uma vez estabelecido, não desaparece jamais. O mal é ilusão; o bem é a verdade que unirá os homens, porque só pratica o bem aquele que traz o coração pleno de luz e amor.


 


Por Mônica de Castro

Apoio: Gráfica Arte & Cor

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia



 A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
... 

 
A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
...


A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
...




E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Fé é um modo de compreender



[...] fé não é uma escolha que fazemos, mas um modo de compreender.
“Fé”, “devoção” e “confiança” são todas traduções da palava pali saddha.
Todos esses termos se referem àquele sentimento que abre a mente e o coração para o que está além das nossas preocupações e desejos usuais do ego; saddha nos abre para o que é maior do que nós mesmos, para a possibilidade de liberdade.
A fé se torna tanto nossa inspiração inicial para praticar e explorar quanto o que sustenta nossos esforços contínuos.





sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Entender o coração dos outros...



Se quisermos entender o coração de outros não devemos olhar para o que eles fizeram ou suas conquistas, apenas o que eles aspiram a ser ...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Causas mentais da felicidade



A dificuldade de uma visão puramente materialista da vida é que, além de ignorar toda uma dimensão da mente, ela não lida efetivamente com os problemas desta vida. Uma mente materialista é uma mente instável, porque sua felicidade é construída com circunstâncias físicas transitórias. Doenças mentais afetam tanto ricos quanto pobres, o que é uma indicação clara das limitações dessa abordagem.
Embora seja essencial manter uma base material razoável para viver, a ênfase na vida de uma pessoa deve ser cultivar as causas mentais e espirituais da felicidade. A mente humana é muito poderosa e nossas necessidades mundanas não são tão grandes a ponto de exigirem toda nossa atenção, especialmente levando em conta que o sucesso material soluciona tão poucos dos muitos desafios e problemas com que homens e mulheres se defrontam durante suas vidas, e ele não será de nenhuma ajuda na morte.
Por outro lado, se uma pessoa cultivar qualidades espirituais como harmonia mental, humildade, desapego, paciência, amor, compaixão, sabedoria e assim por diante, então a pessoa fica equipada com uma força e inteligência capaz de lidar efetivamente com os problemas desta vida; e como a riqueza que ela está acumulando é mental em vez de material, não terá que ser deixada para trás com a morte. Não será preciso entrar no estado pós-morte de mãos vazias.

XIV Dalai Lama (Tibete, 6 de julho de 1935 ~)
“The Path to Enlightenment”
(Dharma Quote of The Week – Snow Lion, 04/02/2011)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Desenhos a lápis de Doug Landis








Aaaahhhh!!!
Esqueci de dizer que o artista não tem as mãos. Os desenhos são feitos com a boca.

 

 






  
Encontramos desculpas para não fazer as coisas devido às dificuldades.
Mas, onde há vontade, sempre há uma maneira.


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Respeito

Muitas, mas muitas pessoas compram animais de estimação e simplesmente quando enjoam os abandonam... moradores de rua os respeitam a vida inteira.


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Ubuntu


  
A palavra ficou famosa por ser o nome escolhido para uma das versões do sistema operacional Linux. Mas na verdade, a Canonical, desenvolvedora do Ubuntu, escolheu esse nome justamente por refletir a essência do software livre: compartilhar.


UBUNTU

 A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.
Ela  contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando  terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.

 Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele  chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

 As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas   as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós  poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

 Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda  não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"

Atente para o detalhe:

porque SOMOS, não pelo que temos...

UBUNTU PARA VOCÊ!




terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ninguém chega perto de você por acaso




‎"Se alguém procurar você com lágrima, é porque você tem o lenço...
Com dor, é porque você tem o remédio...
Com palavras é porque você tem ouvidos para ouvir...
Com beijos é porque você tem mel...
Com dúvidas é porque você, tem o caminho...
Com desespero, é porque você tem serenidade...
Com confiança é porque você tem a força...
Ninguém chega perto de você por acaso"


terça-feira, 21 de junho de 2011

Cumprindo sua obrigação!



"Ah ... mas quem sou eu senão uma formiguinha, das menores, que anda pela terra cumprindo sua obrigação!"
(Chico Xavier)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estamos na natureza para auxiliar.


"Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Portanto quem chuta ou maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar."
Chico Xavier



terça-feira, 24 de maio de 2011

O LOBO QUE EXISTE DENTRO DE NÓS

 

Uma noite, um velho índio contou ao seu neto sobre a guerra que acontece dentro das pessoas.


Ele disse: "A batalha é entre dois 'lobos' que vivem dentro de todos nós".


Um é mau: é a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, orgulho falso, superioridade e ego.


O outro é bom: é alegria, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.


O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô: "Qual lobo vence?"



O velho índio respondeu: "Vence aquele que você mais alimenta..."



segunda-feira, 9 de maio de 2011

Reconheçamos o básico:

Reconheçamos o básico: uma vida sem amigos é uma vida vazia. O mundo é muito maior que a sala e a cozinha do nosso apartamento. A arte proporciona um sem-número de viagens essenciais para o espírito. Amar é disparado a coisa mais importante que existe. Desmediocrize sua vida. Procure seus "desaparecidos", resgate os seus afetos. Aprenda com quem tiver algo a ensinar, e ensine algo àqueles que estão engessados em suas teses de certo e errado. Troque experiências, troque risadas, troque carícias. Não é preciso chegar num momento limite para se dar conta disso. O enfrentamento das pequenas mortes que nos acontecem em vida já é o empurrão necessário. Morremos um pouco todos os dias, e todos os dias devemos procurar um final bonito antes de partir.
(Martha Medeiros)
(enviado pela amiga Denise Sabença)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Finanças


(...)
         Sem a finança mantendo
         A escola, o pão, o agasalho,
         Pouca gente sobraria
         Para a bênção do trabalho.

         E sem trabalho constante
         O mundo inteiro, por certo,
         Estaria reduzido
         A pavoroso deserto.

         A moeda claramente
         É força a prevalecer
         Até que o dom de servir
         Seja na Terra um prazer.

Livro:  Baú de Casos
            Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Cornélio Pires
            IDEAL – Instituto de Divulgação Editora André Luiz

terça-feira, 5 de abril de 2011

Falsa noção do eu


Como seres humanos, somos profundamente inseguros e não sabemos quem realmente somos. Claro que esse problema não se mostra no nível superficial de nossas vidas. Estamos constantemente dizendo a nós mesmos quem somos, baseados nessa ideia de que estamos separados de tudo mais. Essa sensação de “eu sou separado” é a base do nosso senso de “eu”. Isso é reforçado pelas diversas identidades falsas às quais nos apegamos, noções como “eu sou isso” ou “eu sou aquilo”. Quaisquer crenças que tenhamos sobre nós mesmos são apenas extensões desse tema.
Na maioria das vezes em que olhamos em volta, imediatamente vemos que nosso ambiente valida essas falsas identidades. Por isso, é um esforço desafiador desconstruir essa ilusão do eu. Sempre que olhamos no espelho podemos ter algum pensamento sobre nós mesmos. Cada um desses pensamentos aumenta o efeito. Eles se tornam os tijolos conceituais que usamos para continuar construindo o castelo ilusório do eu.
No entanto, há a suspeita de que essa noção do eu pode ser muito frágil e tansitória; esse pensamento fica silenciosamente se esgueirando em algum lugar de nossa mente. Na maioria das vezes, essa suspeita não é trazida à luz da consciência, mas se for, uma sabedoria interior profunda surgirá certamente.
Nossa suspeita sobre a fragilidade dessa falsa noção do eu pode ir em duas direções. Em geral, ela se torna a fonte do medo, ansiedade e insegurança. Frequentemente vemos pessoas temerosas e excessivamente defensivas no que se refere às suas próprias identidades. Nós mesmos temos a tendência de nos amedrontar caso nossa identidade seja ameaçada. Mas em outras vezes a suspeita pode ir em outra direção. Quando isso acontece, pode acontecer uma revelação de mudar a vida, que nos leva para a realização do nível mais elevado da verdade.
Essa ideia não é nenhuma nova super-teoria. Trata-se de uma sabedoria imemorial que já foi realizada por muitas pessoas na história humana. O Buda ensinou essa sabedoria, e em sua tradição isso é chamado de “anatman” ou “não-eu”. Esse é o termo usado para indicar que uma pessoa desnudou essa falsa noção do eu. Ela percebeu que essa sensação é apenas uma identificação com os papéis representados na vida. É apenas uma máscara, não a verdade.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Você está insatisfeito? por Mestre DeRose

Veja o aúdio do Mestre DeRose falando sobre Insatisfação:
AUDIO - VOCÊ ESTÁ INSATISFEITO?? - por Mestre DeRose

Meio século de vida me ensinou a aceitar um defeito do ser humano como algo incurável: sua insatisfação. 
Dei a volta ao mundo inúmeras vezes e conheci muita, mas muita gente
mesmo. Travei contato íntimo com uma infinidade de fraternidades iniciáticas, entidades culturais, associações profissionais,  academias desportivas, universidades, escolas, empresas, federações, fundações... Em todas elas, sem exceção, havia descontentamento.
Em todos os agrupamentos humanos há uma força de coesão chamada
egrégora. Pela lei de ação e reação, toda força tende a gerar uma força
oponente. Por isso, nesses mesmos agrupamentos surgem constantemente pequenos desencontros que passam a ganhar contornos dramáticos pela refração de uma ótica egocêntrica que  só leva em conta a satisfação das expectativas de um indivíduo isolado que analisa os fatos de acordo com suas próprias conveniências. Noutras palavras, se os fatos pudessem ser analisados sem a interferência deletéria dos egos, constatar-se-ia que nada há de errado com esses fatos, a não ser uma instabilidade emocional. Instabilidade essa que é congênita em todos os seres humanos. Uma espécie de erro de projeto original, que ainda está em processo de evolução. Afinal, somos uma espécie extremamente jovem em comparação com as demais formas de vida no planeta.
Estamos na infância da nossa evolução e, como tal, cometemos inapelavelmente as imaturidades naturais dessa fase.
Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores; da sua remuneração e do reconhecimento pelo seu trabalho; reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu País, do seu Estado, da sua cidade, da polícia, da Justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal-educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados...
Quanta coisa para reclamar, não é?
Se formos por esse caminho, concluiremos que o mundo não é um lugar bom para se viver e seguiremos amargurados e amargurando os outros. Ou nos suicidaremos!
Já na antiguidade os hindus observaram esse fenômeno da endêmica insatisfação humana e ensinaram como solucioná-la: 

"Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o chão com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles."

Ou seja, a solução não é reclamar das pessoas e das circunstâncias para tentar mudá-las e sim educar-se a si mesmo para adaptar-se. A atitude correta é parar de querer infantilmente que as coisas se modifiquem para satisfazer ao seu ego, mas sim modificar-se a si mesmo para ajustar-se à realidade. Isso é
maturidade.  A outra atitude é neurótica, pois jamais você poderá modificar pessoas ou instituições para que se ajustem aos seus desejos. Não seja um desajustado. Então, vamos parar com isso. Vamos aceitar as pessoas e as coisas como elas são. E vamos tratar de gostar delas. Você vai notar que elas passam a
gostar muito mais de você e que as situações que antes lhe pareciam inamovíveis, agora se modificam espontaneamente, sem que você tenha que cobrar isso delas.
Experimente. Você vai gostar do resultado!

Educador DeRose
Texto extraído do livro Boas Maneiras no Yôga.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O desastre que significa irradiarmos julgamentos e preconceitos.



" Nossa vida é o que fazemos dela ".
A velocidade com que vivemos a intensidade de nossas vidas determina quanto tempo queremos viver, se nenhum acidente nos apanhar no meio da jornada (Karma).
Até o número de batidas dos nossos corações estão contados. Se acelerarmos  a velocidade dessas batidas, principalmente através de estimulantes, drogas, acessos de coléra e muita adrenalina, a encurtamos. E, ao serenarmos e apaziguarmos a fôrça da mente através do amor divino, diminuímos os batimentos cardíacos, e portanto viveremos mais.
Você mesmo é quem decide...

Aloisio Santos frc  



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