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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Nova Era


A todos nós,

Com todo o fervor esperamos que nada de apocalíptico ocorra em 21/12/2012, entretanto, existe uma lei cósmica irrefutável, que reza o seguinte: "Não há como haver restauração sem que haja destruição". Se não forem eliminados os ranços da antiga civilização, não há como se construir uma sociedade justa e equânime. Não existe a menor menção nas profecias maias de que haverá um holocausto nesta data prevista. Os maias através dos conhecimentos matemáticos,  e astronômicos que herdaram dos Atlantes, através de 22  perfeitos calendários profetizaram o fim de um ciclo. Esses conhecimentos não são exclusivos deles, mas incluem egípcios, hindus, sumérios e a maioria das antigas civilizações. A Esse alinhamento intergaláctico e planetário que ocorrerá em 21/12/2012, denominavam "Ano Sideral" e mais poéticamente ainda, "Ano Tropical". Esse irônico e romântico nome, como se fosse um magnífico e belo deus, vem carregado de pestilências e doenças venéreas. Esta data encerra um ciclo de exatamente 25.868 anos, através da qual os antigos sabiam que estupendas transformações ocorrem em seu fim e em sua metade ou seja, 12.934. Há exatamente 12.934 anos atrás, desapareceu a Atlântida, Lêmuria e outros torrões, berços da arrogância e prepotência da raça humana, através de um cataclismo que provocou um dilúvio com ondas de 1500m. Essa ressonância dos respirar do centro da galáxia dectatada por Schumnann e que está acelerando o fator tempo, vem causando modificações tanto físicas quanto psíquicas nos humanos. Poucas pessoas se dão contam que um dia de 24 horas, representa na verdade uma percepção de tempo de apenas 16. Outras modificações que poucos se preocupam é com a incidência cada vez maior de grandes tragédias que vem se abatendo sobre os continentes. Uma chocante tragédia como o Tsunami de dezembro 2006, rapidamente é esquecida e, a tresloucada humanidade recusa-se em acreditar, e se preparar para outras que abalarão os alicerces do mundo. Leia mais sobre esses fascinantes assuntos em "A NOITE DO FIM DOS TEMPOS 2012".
Aloisio Santos frc   


UM SLIDE PPS FALANDO SOBRE ISSO:  http://www.artecor.net/ted/arquivos/21-12-2012.pps



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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Karibokas! Tribo indígena que pratica a Umbanda!



01. Tupa Doba; 02. Agradecimento a Oduwa; 03. Agradecimento a Deus da terra; 04.Hino dos Karibokas; 05. Lá vem o Urukã; 06. Pajelança com Pajé Morungá; 07.Adupe Mi Nhanderu; 08. Tie Teramori; 09. Irapuã ajuda Makunã; 10. Hino dos voluntários; 11. Karibokas do Brasil; 12. Caboclas; 13. Nós somos da aldeia do Tupã; 14. Laguna na Aldeia; 15. Somos índios Karibokas; 16. Canto de Guerra; 17. Canto de enterro;

Para nós da Ayom Records, foi uma grata e maravilhosa supresa quando soubemos da existência de uma tribo indígena que praticava a Umbanda e que era formada por indivíduos mestiços.

Porque a história do Movimento Umbandista possui um foco muito evidente e direcionado às matrizes africanas (tais como as Umbandas conhecidas como Omolokô, Umbanda Traçada, Umbandomblé, Candomblé de Caboclo e outras) ou européias (Umbanda Cristã, a Umbanda de Zélio de Morais, Umbandek, Umbanda Branca, etc).

Há pouquíssimas evidencias da matriz indígena da Umbanda, além dos ritos conhecidos como encantarias: Juremas e Catimbós, que apesar de terem nomes diferentes possuem uma ritualística muito próxima da Umbanda que se pratica em todo o Brasil.

A Umbanda é mestiça. Os Karibokas são mestiços. E que embora mestiços, não abrem mão de sua ascendência e resistência indígena. É interessante ouvir seus rituais e observar pontos clássicos dos terreiros cantados com Maracás e na batida característica dos povos indígenas, com o pé no chão e o cântico monocórdico. Além dos Maracás se utilizam de atabaques tocados em ritmos como o Toruá, Ijexá e Arrebate. Falam o dialeto Orubak, língua também mestiçada de Tupi, português e yorubá.

O Pajé Laguna dá um grande exemplo de dedicação e força no comando de sua tribo e na condução dos rituais e cânticos de sua tradição da vertente de Umbanda que pratica, que possui muito mais que 100 anos de idade.

Neste primeiro volume, apresentamos os cânticos tradicionais desse povo que traz uma aproximação evidente com outras tradições religiosas do Brasil, utilizando palavras e ritmos que existem nos cultos das nações Nagô e Angola. Seus cânticos contam a história de seus antepassados, por onde passaram, por onde viveram, suas guerras e seus mortos. Cantam para seus protetores, os índios das matas e seus guardiõ es.

Num segundo volume, traremos um ritual ao vivo da chamada Umbanda Nata ou Nativa. Um registro raríssimo desse braço da Umbanda que é, antes de tudo, mestiça, mas que possui sua direção e sua estrela nas entidades brasileiríssimas de nossos terreiros, nossos Caboclos!

E salve os Karibokas!

William de Ayrá (Mestre Obashanan)

Para ouvir a faixa 14, "Laguna na aldeia", clique abaixo: 

Acervo Ayom: música e espírito

AYOM - Editora e Gravadora - Valorizando as raízes afro-brasileiras:

segunda-feira, 28 de março de 2011

Você está insatisfeito? por Mestre DeRose

Veja o aúdio do Mestre DeRose falando sobre Insatisfação:
AUDIO - VOCÊ ESTÁ INSATISFEITO?? - por Mestre DeRose

Meio século de vida me ensinou a aceitar um defeito do ser humano como algo incurável: sua insatisfação. 
Dei a volta ao mundo inúmeras vezes e conheci muita, mas muita gente
mesmo. Travei contato íntimo com uma infinidade de fraternidades iniciáticas, entidades culturais, associações profissionais,  academias desportivas, universidades, escolas, empresas, federações, fundações... Em todas elas, sem exceção, havia descontentamento.
Em todos os agrupamentos humanos há uma força de coesão chamada
egrégora. Pela lei de ação e reação, toda força tende a gerar uma força
oponente. Por isso, nesses mesmos agrupamentos surgem constantemente pequenos desencontros que passam a ganhar contornos dramáticos pela refração de uma ótica egocêntrica que  só leva em conta a satisfação das expectativas de um indivíduo isolado que analisa os fatos de acordo com suas próprias conveniências. Noutras palavras, se os fatos pudessem ser analisados sem a interferência deletéria dos egos, constatar-se-ia que nada há de errado com esses fatos, a não ser uma instabilidade emocional. Instabilidade essa que é congênita em todos os seres humanos. Uma espécie de erro de projeto original, que ainda está em processo de evolução. Afinal, somos uma espécie extremamente jovem em comparação com as demais formas de vida no planeta.
Estamos na infância da nossa evolução e, como tal, cometemos inapelavelmente as imaturidades naturais dessa fase.
Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores; da sua remuneração e do reconhecimento pelo seu trabalho; reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu País, do seu Estado, da sua cidade, da polícia, da Justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal-educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados...
Quanta coisa para reclamar, não é?
Se formos por esse caminho, concluiremos que o mundo não é um lugar bom para se viver e seguiremos amargurados e amargurando os outros. Ou nos suicidaremos!
Já na antiguidade os hindus observaram esse fenômeno da endêmica insatisfação humana e ensinaram como solucioná-la: 

"Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o chão com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles."

Ou seja, a solução não é reclamar das pessoas e das circunstâncias para tentar mudá-las e sim educar-se a si mesmo para adaptar-se. A atitude correta é parar de querer infantilmente que as coisas se modifiquem para satisfazer ao seu ego, mas sim modificar-se a si mesmo para ajustar-se à realidade. Isso é
maturidade.  A outra atitude é neurótica, pois jamais você poderá modificar pessoas ou instituições para que se ajustem aos seus desejos. Não seja um desajustado. Então, vamos parar com isso. Vamos aceitar as pessoas e as coisas como elas são. E vamos tratar de gostar delas. Você vai notar que elas passam a
gostar muito mais de você e que as situações que antes lhe pareciam inamovíveis, agora se modificam espontaneamente, sem que você tenha que cobrar isso delas.
Experimente. Você vai gostar do resultado!

Educador DeRose
Texto extraído do livro Boas Maneiras no Yôga.

domingo, 13 de março de 2011

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Oração São Francisco de Assis


O poder da oração irá lhe comover. Abra o espírito para aceitar as limitações e os sofrimentos da existência. Estamos em processo de evolução espiritual e sofremos por causa de nossos desejos mesquinhos e dos apegos aos nossos entes queridos. É difícil entender o porquê dos sofrimentos. Filósofos em todos os tempos quase foram a loucura tentando atingir essa compreensão. E tudo isso, resume-se em poucas palavras gravadas no portal do Oráculo de Delfos: - "Conhece-te a tí mesmo". E descobrirás o Deus que habita em ti, e ao descobrí-lo cessarão todos os sofrimentos.
 Aloisio Santos FRC


Aproveito para deixar aqui uma música postada em meu servidor.
O Grupo chama-se Esperança. Uma linda canção feita com a oração de São Francisco de Assis.
um abraço, Ted Ben

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